Este papel é mesmo assim, só consegue ser útil quando surge um momento de "lucidez linguística"
Hoje escrevi vários rascunhos, deve ter sido de estar só e no meu cantinho ...( - que já ganha formas e confortos particulares , a propósito. ) O frio é mais que muito, a serra já se vê branca e as imagens que capto diariamente ajudam os dias fluir. ]
https://www.youtube.com/watch?v=Hh-0y8Qe0Sw
Escolhe as tuas palavras, assim como escolhes os teus actos.
Frio mantém o nosso corpo alerta e a nossa mente desperta,
para sentir e para agir.
O cansaço escolhe fases, e nós escolhemos a forma de lidar.
Não sei bem se digo as coisas pela ordem correta ou se acerto
no que digo. Nunca se dá conselhos que não sejam reciclados por nós mesmos.
A ironia das pessoas ou em pessoas… estou indecisa.
Troquem a ordem, troquem o sentido. Há demasiadas voltas
viciadas, há poucas imagens iguais as que vejo e não consigo passar a palavras.
Desviem o sentido da razão. Há demasiada atenção alheia.
Sonho com sonhos improváveis que me permitem sair deste
mundo e me levam literalmente para o faz de conta, acordem a vida está por
baixo da almofada.
Se perguntarem por mim, estou a descobrir como fazer
mudanças e aceitar que está em mim o sujeito activo do presente.
Pudesse eu transcrever apenas os pensamentos que me fazem
companhia todos os dias, teria mil papéis todos os dias. Mas ainda estou a
conseguir lidar com a incapacidade de transcrever esta língua.
Deixem lá os clichés de zonas de conforto, vivam se faz favor e vão aprendendo com quem têm ao lado e com aquilo que fazem a vocês mesmos. – este conselho já é reciclado.
Ella.
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