Guardo tudo para mim na minha mente. Deixo o fumo levar até ti o silêncio que me entregas.
Pudesse eu ser dona da razão, transformava este chão, onde estou, num tapete voador e ia para onde conseguiria encontrar o que me faz tanta falta. Transformava esta concentração em coisas abstractas em concentração no estudo.
Deito-me, faço de conta que o mundo parou. Conto contos a fadas que me perguntam se sei lidar com tudo o que digo, a realidade é que não sei.. não sei.
Porque faço sempre eu o papel de "cair bem" ? Poderia eu gritar, mas isso daria muito trabalho sem valer a pena.
Guardo então, só para mim ... Ninguém é merecedor deles. Egocentrismo!
Ella.

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