Estes dias, de um lado para outro. Mas na realidade eu sei bem onde precisava de estar.
Estas noites, onde o trabalho enche o chão a mesa e o sofá. Mas a realidade é que pulam palavras sentidas que gostavam de "sair".
Hoje, conclui ,perdida entre a observação da calçada no fim de tarde quente... Conclui que não é tempo de ficar com coisas por dizer. mas hoje optei por calar novamente.
Invisibilidade? - Como era bom se conseguisse transferir tudo o que penso para uma caixa e deixar na morada.
Não adivinhas?!
Eu prendi o perfume e selei a memória.
Não adivinhas?!
Optei por cuidar, e valorizar o que tenho.
Não adivinhas?!
Quantas vezes me encontro perdida em "derivados de sonhos" , e digo para mim mesma que assim não pode ser. Mas a realidade é que vivo com o medo dentro dos meus tênis, esse medo que me fez.
Não adivinhas?!
Por saber o bem que (te) tenho, calo-me.
Mas assim, não fica um ponto morto? Que poderá ser tão dificil de explicar ?
Não adivinhas?
Foge-me a razão, e logo encontro mil e uma razões..
Não sabes?!
Quem faz o que quer pela mão da verdade?
Posso parar o tempo e prender um copo de vinho ?
Escrever não ajuda na medida que não se adivinha...
... Pois adivinhar.. é proibido.
ELLA.
O que conta é guardar as memorias, as coisas boas que existem e que diariamente entram na nossa vida. Porque um papel no bolso dá tanto jeito, para escrever um pensamento, para não esquecer uma coisa importante, para escrever uma asneira que não pode ser dita em voz alta..
quarta-feira, 14 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Palavras (Des)conectadas .
https://www.youtube.com/watch?v=JDZaiM8oAOU
Quando vires que passa, e não há retorno.
Quando ouvires e não souberes o que dizer , por não ser o correcto.
Cruzei as pernas, abri uma janela.
Chega de papeis onde parece tudo organizado e feliz.
Se não está, é tempo de o fazer estar.
Já vamos em Maio, e eu nem dou conta de que dia.
Não peças que te entendam, entende-te tu.
Que tempos estes, que nem escrever resulta. Quantas folhas comecei e não terminei por me perder sem saber ao certo o que estava a escrever. E quem diz escrever, diz falar.
O ponto de ebulição, aquele em que tudo precisa ser reorganizado e não se sabe bem por onde ir. Esse mesmo.
Entendo que as pessoas, são muito .. mas também são pouco. Não vivo revoltada com isso, acho que já aprendi a entender desta maneira. Mas, ao olhar para lá do meu canto, pergunto-me por onde devo procurar fazer mais. Há demasiado transito de pessoas,carros, ideias e de rotinas.
Dou por mim a desejar , mas porquê desejar se posso fazer das minhas coisas algo maior?!
Não se entende que por vezes devemos ter cuidado onde pisam as nossas palavras e principalmente as nossas acções?
Ouves-te a ti, e não perguntas ao que está ao teu lado se está bem.
Acordei um dia e vi que nada é assim tão real. Que é preciso contornar egoismos e principalmente é preciso viver de força individual .
Estou bloqueada, e estas palavras não se relacionam, mas hoje neste fim de dia.. é só a vontade de tentar libertar qualquer coisa que me consome uma ponta de alma.
Alma?! Afinal, de que se alimenta "isso"? De sucessos profissionais? De relacionamentos (que detemos como certos) ? De carinhos? De conversas? De quê?
- Há em todos os meus dias, um momento que recordo o tempo que "aqui vivo" .. por vezes sinto que não foi o que pensava. Mas depois vejo que foi o que tinha que ser. Não acontece o mesmo com sonhos?
Ella.
Quando vires que passa, e não há retorno.
Quando ouvires e não souberes o que dizer , por não ser o correcto.
Cruzei as pernas, abri uma janela.
Chega de papeis onde parece tudo organizado e feliz.
Se não está, é tempo de o fazer estar.
Já vamos em Maio, e eu nem dou conta de que dia.
Não peças que te entendam, entende-te tu.
Que tempos estes, que nem escrever resulta. Quantas folhas comecei e não terminei por me perder sem saber ao certo o que estava a escrever. E quem diz escrever, diz falar.
O ponto de ebulição, aquele em que tudo precisa ser reorganizado e não se sabe bem por onde ir. Esse mesmo.
Entendo que as pessoas, são muito .. mas também são pouco. Não vivo revoltada com isso, acho que já aprendi a entender desta maneira. Mas, ao olhar para lá do meu canto, pergunto-me por onde devo procurar fazer mais. Há demasiado transito de pessoas,carros, ideias e de rotinas.
Dou por mim a desejar , mas porquê desejar se posso fazer das minhas coisas algo maior?!
Não se entende que por vezes devemos ter cuidado onde pisam as nossas palavras e principalmente as nossas acções?
Ouves-te a ti, e não perguntas ao que está ao teu lado se está bem.
Acordei um dia e vi que nada é assim tão real. Que é preciso contornar egoismos e principalmente é preciso viver de força individual .
Estou bloqueada, e estas palavras não se relacionam, mas hoje neste fim de dia.. é só a vontade de tentar libertar qualquer coisa que me consome uma ponta de alma.
Alma?! Afinal, de que se alimenta "isso"? De sucessos profissionais? De relacionamentos (que detemos como certos) ? De carinhos? De conversas? De quê?
- Há em todos os meus dias, um momento que recordo o tempo que "aqui vivo" .. por vezes sinto que não foi o que pensava. Mas depois vejo que foi o que tinha que ser. Não acontece o mesmo com sonhos?
Ella.
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